SFO 2025, por BNY wealth
growth equity no topo, real estate puxado por data centers/RTO, bolsa ex-eua, cripto normalizada e disciplina fiscal
o “2025 investment insights for single family offices” — estudo produzido por BNY wealth com a the harris poll e publicado em maio de 2025 — analisa alocação, estratégias, apetite a risco e práticas operacionais de 282 single family offices globais, cobrindo AUM de US$250m a US$5b+.
2025 marca a normalização do “quantum fiscal” na conversa de alocação: overlays passam a ser parte da estratégia de retorno líquido, não mais ferramenta tática — sobretudo no recorte dos EUA.

portfólio típico segue ancorado no “big three”
private equity (fundos, diretos e VC) concentra 28% das alocações atuais;
ações públicas representam 15% no agregado e 19% para AUM > US$1b — queda de 28% vs. 2024 atribuída a rebalanço após dois anos fortes nos EUA e maior atenção a valuations;
real assets ex-imóveis expandiram 50% em 12 meses e cripto/digital ganhou tração, puxado por +75% de alocação entre SFO fora dos EUA.
na fotografia prospectiva, private markets “puxam a fila”
entre AUM > US$1b, dois terços planejam elevar fundos de PE e 69% ampliar diretos nos próximos 12 meses;
a bolsa fica menos prioritária, com 44% dos não-EUA indicando aumento vs. 26% nos EUA;
dentro de private markets, growth equity lidera (48%), à frente de real estate (22%), enquanto private credit recua na ordem de preferência;
no horizonte de cinco anos, inflação (54%), geopolítica (53%) e cyber (39%) formam o top-3 de riscos;
na operação, mais da metade já usa software de risco, analytics e AI/ML (52%; 59% fora dos EUA) no processo decisório.
este é o começo do texto. a versão completa sai na carta da vaultline, para quem assina.
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