25 ago. 2025 · luise villa, natália honold

entre networking em orlando e dashboards

finders take miami, prêmio ABAI e o que wealths, assets e assessores precisam acompanhar agora

orlando é o ponto de encontro desta semana. o finders take miami começa agora no coronado springs, dentro do complexo da disney, reunindo alguns dos assessores mais relevantes do brasil — e a fnmk está on site ao lado da avenue.

além de estarmos aqui cobrindo cada detalhe, fizemos parte da construção de toda a experiência. e ver tudo isso ganhando vida é muito especial. nosso objetivo é mostrar para o mercado o quanto criatividade e estratégia podem andar juntas.

ao longo da semana, mais de 70 assessores de diversas regiões do brasil vão viver uma agenda intensa. começamos com um jantar de boas-vindas, seguimos com dois dias de conferência com algumas das maiores gestoras globais, e teremos ainda um módulo exclusivo com o disney institute sobre como transformar atendimento em experiência.

no meio disso tudo, vêm os momentos de bastidor: conversas que acontecem nos corredores, happy hours e bons momentos de diversão (porque também merecemos!). ao final da semana, a jornada continua em miami, com visita ao escritório da avenue — para fechar uma semana cheia de conexões.

o finders take miami, agora em sua terceira edição, já se tornou um ponto de encontro estratégico: conecta casas globais e os escritórios que estão fazendo a distribuição offshore acontecer no brasil.

vou acompanhar de perto e dividir aqui com vocês os aprendizados. aproveito pra deixar registrado: parabéns à avenue pela ousadia de transformar a disney em palco de um programa que é, ao mesmo tempo, experiência, conteúdo e estratégia.

um sneak peek do que estamos vivendo por aqui:

para acompanhar mais detalhes da nossa cobertura, siga a fnmk no instagram.


e por falar em assessores…

apoiadores do prêmio ABAI, que acontece em dezembro

estamos nos últimos dias das inscrições para o prêmio ABAI 2025, uma iniciativa da BP money em parceria com a B3 e a ABAI, associação brasileira dos assessores de investimentos. diferente de outras premiações, a proposta aqui não é apenas destacar quem vendeu mais — mas reconhecer quem está elevando o barra dos profissionais da área: em certificações, atendimento, inovação, educação financeira e relacionamento de longo prazo.

as categorias mostram isso. além do melhor assessor nacional e dos destaques regionais, também terá espaço para jovens talentos sub-30, para o protagonismo feminino com a categoria melhor assessora, e para reconhecer especialistas que puxam a diversificação via BDRs e ETFs. também entram na lista o melhor assessor em proteção financeira e sucessória (powered by MAG), reforçando a importância do planejamento patrimonial, e o escritório do ano, que olha para gestão, inovação e impacto em escala.

as inscrições são gratuitas e ficam abertas até 29 de agosto, pelo site melhoresdaassessoria.bpmoney.com.br. os vencedores serão anunciados em dezembro, em são paulo, com reconhecimento nacional e visibilidade para toda a indústria.

se você lidera um escritório, esse é um convite para indicar os melhores nomes de quem tem feito um bom trabalho por aí.

o prêmio ABAI nasce com a ambição de mostrar que assessoria de investimentos é muito mais do que volume captado: é construção de confiança, educação do investidor e vendas responsáveis.

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fnmk drops

um pouquinho da nossa curadoria de tendências no mercado global

1. dados viraram assunto de política

nos próximos dias, duas peças europeias entram no tabuleiro e reposicionam como assets e wealth comunicam produto — do site ao pdf técnico.

o que vira regra agora

  • EU AI act (GPAI): a partir de 2 de agosto de 2025, modelos de propósito geral passam a ter obrigações de transparência (origem de dados, copyright, safety). modelos que já estão no mercado têm até 2 de agosto de 2027 para se adequar.

  • EU data act: em 12 de setembro de 2025, entram as regras de acesso/compartilhamento de dados (especialmente de dispositivos/serviços conectados) e modelos de cláusulas para contratos de processamento e cloud switching.

por que isso importa?

  • fichas, páginas de fundo e “one-pagers” precisam de versioning e data provenance: quem coleta, quem processa, onde hospeda, quem exporta — e por quanto tempo.

  • para quem usa modelos (mesmo “só” em marketing/ri), a pergunta deixa de ser “tem AI?” e vira “quais obrigações do AI act se aplicam ao meu fornecedor e à minha comunicação?”.


2. luxo + finanças

a fronteira entre “experiência” e “gestão de patrimônio” está ficando cada vez mais fina. private banks e wealths estão importando o playbook do luxo — curadoria, acesso, concierge — e transformando serviço em produto.

sinais do mercado

  • UBS × art basel segue com sua parceria-âncora global, com lounge, ativações e conteúdo proprietário — o tipo de iniciativa que abre pauta com UHNWI.

  • citi private bank reforça o tripé arte = relacionamento, advisory e crédito: formaliza liderança de art advisory, amplia soluções de filantropia na ásia e mantém o art lending como alavanca de liquidez para colecionadores.

  • J.P. morgan tem acelerado o modelo concierge banking com novos financial centers “high-touch” — serviço unificado (banking + lending + investments) com experiência presencial redesenhada.

  • tendência transversal: art-backed lending cresce especialmente em APAC, como ponte entre patrimônio emocional e gestão financeira.

por que isso importa?

  • “experiência” deixou de ser um “plus”: virou moeda de preferência na tomada de decisão.

  • serviço high-touch cria ciclos de retenção (momentos de fricção resolvidos com velocidade: liquidez, sucessão, cross-border).


3. menos palco, mais infra.

no wealth, há formatos que já nascem como “plataforma”. o deals & dealmakers summit da echelon é um bom exemplo disso: reúne compradores, vendedores e investidores com foco declarado em M&A e sucessão — com debates curtos e encontros fechados para deals.

o recado de quem faz deals há décadas não é segredo: relacionamento decide. na milken 2025, os cofundadores da KKR reforçaram que soft skills e networking no dia a dia pesam tanto quanto o modelo de negócio. pipeline de longo prazo, não sprint.

do lado dos números, a métrica madura migra de “quantas pessoas vieram” para “o que avançou a partir daqui”.

benchmarks de 2024/25 mostram duas verdades:

  1. a liderança voltou a apoiar eventos presenciais como uma das prioridades da estratégia

  2. ainda há lacuna de inteligência de mercado — muita gente sofre para apresentar ROI, mas quem mede pós-evento vê a diferença no pipeline.

leia o report completo por aqui

boa semana a todos! :)

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